Alucinações
Tão cobarde que não conseguia entregar-se, sim!, mergulhar de cabeça, enterrar-se de vez. Então era a solidão quem o acompanhava para onde quer que fosse.
Eram os velhos medos a falar...o medo de sentir falta do presente, acabando quase por não o viver. Quem és tu agora? Isto que esteve tanto tempo adormecido...onde estiveste todo este tempo? E o saber que o momento certo se aproxima e necessidade de se entregar e se fundir, ou morrer, é mais forte. A voz que povoa os sonhos ganha uma face, bela, e quando se apercebe já está preso nas malhas que ele póprio teceu e tentou fugir. "E para quê?" - Pensa agora. Se tudo é tão fugaz e tão curto. De que fugiu? Já não se lembra. Está na altura de se entregar a isto que nasce agora dentro do peito e cresce a cada dia. Sem medo, sem falsas presunções. Sem desdém. Com Amor.
Eram os velhos medos a falar...o medo de sentir falta do presente, acabando quase por não o viver. Quem és tu agora? Isto que esteve tanto tempo adormecido...onde estiveste todo este tempo? E o saber que o momento certo se aproxima e necessidade de se entregar e se fundir, ou morrer, é mais forte. A voz que povoa os sonhos ganha uma face, bela, e quando se apercebe já está preso nas malhas que ele póprio teceu e tentou fugir. "E para quê?" - Pensa agora. Se tudo é tão fugaz e tão curto. De que fugiu? Já não se lembra. Está na altura de se entregar a isto que nasce agora dentro do peito e cresce a cada dia. Sem medo, sem falsas presunções. Sem desdém. Com Amor.


1 Comments:
Como eu sei do que falas...
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aware, at sexta-feira, setembro 16, 2005
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