Sigo pela rua, ao som de uma música interior que me acompanha. Desço as escadas e vejo as crianças brincando. Sorrio para elas e com elas. Mostro a língua a um puto que passa. Não ando, vou aos saltos pequeninos ou corro. O sol a pique acompanha-me as passadas, não deixando ver a sombra. Agora é a música de fora que toca, a música do mundo. Passo pelas pessoas, pelos ciganitos sujos. Apaixono-me pela mulher que passeia o cão e, no segundo seguinte já ela desapareceu dentro de casa, tal como o surto de paixão.
Porque é assim e nos podemos apaixonar por qualquer um, todos são passíveis de serem amados. Mas especialmente hoje, porque lhes sinto a energia e vejo a sua luz. Algo paira no ar. Rio, rio somo louco! Sou louco! [e quem não o é? eu ao menos assumo]. E vou descendo, aos saltinhos pela estrada.
Porque é assim e nos podemos apaixonar por qualquer um, todos são passíveis de serem amados. Mas especialmente hoje, porque lhes sinto a energia e vejo a sua luz. Algo paira no ar. Rio, rio somo louco! Sou louco! [e quem não o é? eu ao menos assumo]. E vou descendo, aos saltinhos pela estrada.


1 Comments:
Que por louco passes
mas que nunca passes pela vida
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nalas, at domingo, novembro 13, 2005
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