Ao Espelho...

terça-feira, junho 21, 2005

Mãos atadas

Aprisionado. Outra vez. Preso na própria armadilha. Again and again.
Esqueceu que se brincar muito com a fechadura a porta pode abrir-se.
Porque é o fogo contra o gelo e assim é difícil agir. Resta esperar um sinal.
Quando se paga para ver o invisível acaba-se por conseguir enxergar. O que existe e o que não existe.
Porque tudo o que se vê é verdade e o pensamento é mentira. De mãos atadas a um destino que não sabe se é o seu. No meio de duas vidas.

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